Mulher
Gravidez
As mulheres com epilepsia podem engravidar e planear uma gravidez é uma das tarefas mais desejadas; porém, tenha em atenção que esta implica alterações a nível hormonal, metabólico e psicológicas em todas as mulheres e, no seu caso, na frequência das crises, o que poderá afectar o bebé.
Acima de tudo, se está a planear ter filhos, consulte o seu neurologista e o seu ginecologista antes de engravidar, para que ambos analisem as melhores condições para uma gravidez bem-sucedida.
É certo que o risco de malformações de nascença nos filhos de mulheres com epilepsia é ligeiramente maior – lábio leporino, fenda do palato, deficiências cardíacas e pequenas alterações nas mãos, nos pés e na espinha bífida –, mas também é verdade que há medidas para reduzir eficazmente estes riscos, como a ingestão de ácido fólico ou a redução da dosagem do medicamento antiepiléptico.
Não altere a medicação durante a gravidez
Uma paragem súbita pode provocar crises que são mais prejudiciais do que o próprio medicamento.
Conheça os efeitos secundários do seu medicamento antiepiléptico
Se está medicada com um dos antiepilépticos que representam um risco maior em termos de malformações de nascença, peça a substituição do tratamento, antes de decidir engravidar.
Descanse
Durante a gravidez, tente descansar o mais que puder, seguindo um programa de exercício físico moderado.
Siga os conselhos dirigidos naturalmente a todas as mulheres grávidas
Não beba, não fume, tenha cuidado com a alimentação, resista ao stresse, não falhe a nenhuma consulta…
Em caso de uma gravidez não planeada:
- consulte o seu neurologista o mais depressa possível;
- não interrompa a sua medicação antiepiléptica;
- tome suplementos vitamínicos e ácido fólico, de acordo com as instruções do seu médico.
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