Família
Acompanhamento
A depressão, o isolamento e a falta de auto-estima surgem normalmente associados à epilepsia.
Apesar de estes sintomas poderem estar associados a alguns tipos de medicação, não é menos verdade que a falta de informação acerca da doença representa um importante contributo para o seu aparecimento, promovendo a discriminação e gerando um certo mal-estar no doente, coibindo-o de manter um diálogo aberto.
Nesse sentido, o apoio da família revela-se crucial.
Evite os tabus
Fale abertamente de epilepsia, dos seus efeitos e das formas de tentar minimizar os riscos de crise.
Planeie actividades
Procure planear actividades familiares que promovam a inclusão e não apresentem riscos para pessoas que sofram de epilepsia.
Evite a discriminação
Não trate o doente epiléptico de forma diferente ou condescendente. Tente evitar o excesso de protecção.
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